O Partido do Trabalho da Coreia completa 74 anos!

O dia de hoje, 10 de outubro, marca o 74º aniversário de fundação do Partido do Trabalho da Coreia!

Em 10 de outubro de 1945, o camarada Kim Il Sung fundou o Comitê Central Organizador do Partido Comunista da Coreia, evento que é considerado o nascimento do Partido que hoje comanda a Revolução Coreana. Um ano depois, em 1946, o Partido Comunista da Coreia foi fundido com outros partidos e recebeu o nome que hoje conhecemos – o Partido do Trabalho da Coreia.

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O camarada Kim Il Sung fundou o Partido do Trabalho da Coreia. O cartaz diz: «Invencível coesão».

O Partido do Trabalho da Coreia é o posto avançado da Revolução, a grande vanguarda que leva adiante os ideais revolucionários da Ideia Juche.

Durante toda a História da Coreia Popular, o PTC desempenhou papel significativo e central junto ao povo.

Durante a Guerra de Libertação da Pátria de 1950-1953, quando a Coreia foi atacada pelos Estados Unidos da América, foi a capacidade organizativa exemplar e precisa do Partido que conseguiu aglutinar o povo coreano sob uma única bandeira e assim foi possível coordenar todo o país, que se levantou de uma só vez para defender a soberania e independência da Coreia.

Nos anos pós-Guerra, foi também o Partido do Trabalho da Coreia o maestro principal do processo de reconstrução econômica do país, processo esse que alcançou pleno sucesso ainda no início da década de 1960.

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O Partido do Trabalho da Coreia está construindo uma potência socialista na Coreia.

O Partido do Trabalho da Coreia é o partido das massas populares coreanas e suas fileiras estão preenchidas com os mais aguerridos revolucionários.

A bandeira vermelha do Partido tem no centro uma foice, um martelo e um pincel, representando os operários, camponeses e intelectuais, as três classes que governam o país.

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A foice, o martelo e o pincel – a bandeira do PTC.
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O Monumento à Fundação do Partido do Trabalho da Coreia, no centro de Pyongyang. (Foto: Lucas Rubio)

O PTC não é o partido único da República Popular Democrática da Coreia, ele opera junto a dois outros partidos – o Partido Social-Democrata e o Partido Chondoísta Chongu – em uma grande frente de construção do socialismo e que busca a reunificação pacífica da Coreia.

No mundo de hoje, o Partido do Trabalho da Coreia é um das maiores organizações de todo o planeta, tanto do ponto de vista numérico quanto do ponto de vista ideológico.

Enquanto vários partidos comunistas e socialistas do mundo, principalmente os de países socialistas e da ex-URSS, caíram para o revisionismo, o PTC seguiu sendo um partido com a linha correta e jamais vacilando na educação ideológica das suas fileiras e de toda a pátria coreana.

A prova final de que o PTC seguiu a linha mais justa e acertada é que vários países antes governados por outros partidos comunistas caíram e a Coreia Popular segue existindo como grande e promissora potência socialista.

O Partido do Trabalho da Coreia, que teve em suas fileiras e postos de comandos grandes pessoas como os camaradas Kim Il Sung e Kim Jong Il, é motivo de grande orgulho e admiração para todos os revolucionários do mundo e hoje, tendo o Kimilsunguismo-Kimjongilismo como seu norte orientador, segue escrevendo infinitas páginas de vitórias atrás de vitórias sob o comando do Presidente Kim Jong Un.

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O Partido do Trabalho da Coreia é o partido dos Líderes Kim Il Sung e Kim Jong Il
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O Máximo Dirigente Kim Jong Un é o atual Presidente do Partido.

Viva os 74 anos de fundação do Partido do Trabalho da Coreia!
Viva a Revolução Coreana!

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Lucas Rubio
Presidente do Centro de Estudos da Política Songun – Brasil

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Sobre os 3 anos do Centro de Estudos da Política Songun – Brasil

Outubro é um mês muito especial para nós. Comemoramos no dia 6 desse mês o estabelecimento do Centro de Estudos da Política Songun do Brasil. Enquanto o dia 6 de outubro marca a data formal da fundação de nosso grupo, o dia 7 marca o lançamento da nossa página no Facebook, um dos nossos principais meios de comunicação.

Nossa primeira reunião presencial ocorreu no dia 16 de fevereiro de 2017, data em que marcamos os 75 anos de nascimento do General Kim Jong Il e iniciamos de fato as nossas atividades. Nesse importante evento, realizado na UERJ, nós contamos com a presença de amigos e camaradas muito caros para nós e que até hoje nos auxiliam muito com nosso trabalho, como o Centro de Estudos da Ideia Juche – Brasil e a Associação da Amizade Brasil-Coreia, comandada pela camarada Rosanita Campos.

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Nosso primeiro encontro: fevereiro de 2017.

Foi também muito simbólico no nosso início de atividades a gentil carta que recebemos do camarada Dr. Dermot Hudson da Inglaterra, presidente de vários grupos daquele país que estuda há anos a Coreia e que na época foi a primeira organização internacional a congratular a formação de um grupo no Brasil para o estudo da Política Songun. Em julho desse ano de 2019 tivemos a chance de realizar um histórico encontro com o camarada Dermot Hudson em um dos maiores eventos que já organizamos.

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O camarada Dermot Hudson durante sua visita ao Brasil e participação em um evento do CEPS-BR junto do camarada Lucas Rubio.

Nesses 3 anos que se passaram, nosso Centro de Estudos passou de ideias para realizações. Temos feito, desde então, inúmeras atividades em diversas partes do Brasil e do mundo em uma incansável marcha não apenas para estudar a República Popular Democrática da Coreia mas também para provocar a reflexão entre as pessoas de que o caminho do socialismo é o caminho a ser seguido pelos povos do mundo que desejam viver livres e felizes.

Durante nossa existência, realizamos seminários, palestras, aulas, videoconferências, participamos de entrevistas, escrevemos livros, realizamos atos de apoio e de protesto e muitas outras formas mais de divulgação da Ideia Juche e Ideia Songun.

Talvez um dos pontos mais altos nesses 3 anos do nosso Centro de Estudos foi a visita de 10 dias que realizamos em setembro de 2018 à República Popular Democrática da Coreia à convite da Associação Coreana de Cientistas Sociais para as comemorações pelos 70 anos de fundação da República. O CEPS-BR esteve presente na minha figura.

 

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Lucas Rubio diante das estátuas dos líderes Kim Il Sung e Kim Jong Il na Colina Mansu, Pyongyang, República Popular Democrática da Coreia.

É valioso o trabalho dos demais camaradas do nosso Centro de Estudos que atuam em outros estados brasileiros, como os companheiros Gabriel Tanan e Fabio Khachaturian, em São Paulo.

Em três anos, no Brasil, estivemos participando de atividades no Rio de Janeiro, onde nos concentramos, mas também estivemos em São Paulo, Santa Catarina, Mato Grosso do Sul e futuramente pretendemos estar em muitos outros lugares do nosso país, conhecendo nossa gente, nossas necessidades e levando a cada rincão a experiência da Revolução Coreana como inspiração para nossa própria Revolução. Além desses lugares, estivemos também presentes durante o Seminário Latino-Americano da Ideia Juche, realizado na Venezuela, em outubro de 2018, onde pudemos não só presenciar como também fundar ativamente o Movimento Juvenil por uma América Latina Independente, no qual estamos com nossos trabalhos atrelados.

Reunindo tudo que produzimos nesses três anos, temos a certeza de que nosso trabalho está sendo realizado com grande responsabilidade, carinho e afinco. São milhares de artigos na internet, além de inúmeros materiais audiovisuais e vidas atravessadas pelos eventos que fizemos e ainda faremos.

De grande peso e inestimável também foi e é o apoio que recebemos dos simpáticos camaradas da Embaixada da RPDC no Brasil, que nos munem com informações, livros e apoio moral. Descobrimos ali verdadeiros irmãos trabalhadores que nada querem além de defender seu país e ajudar na construção de um mundo novo e livre. Com eles também realizamos e participamos de seminários e apresentações que marcaram todos os envolvidos.

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O camarada Lucas Rubio, Presidente do CEPS-BR, o camarada Fabio Khachaturian, vice-presidente do CEPS-BR e os companheiros da Embaixada da RPDC.
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Evento realizado no Rio de Janeiro com os camaradas Embaixador da RPDC no Brasil, Kim Chol Hak, e Myong Chol, Conselheiro Político da Embaixada da RPDC no Brasil.

Nosso agradecimento também deve ir aos camaradas da Liga Latino-Americana dos Irredentos, que deram suporte e sediaram alguns dos eventos mais simbólicos que o CEPS-BR já realizou. Como grupo político de construção do socialismo ao estilo latino-americano, os camaradas dos Irredentos nos deram um importante espaço para falar sobre a Coreia Popular e sua revolução anti-imperialista e socialista.

Incomparável também foi o apoio que temos dos companheiros da Tribuna da Imprensa Livre, que desde nossos primeiros momentos estão presentes em nossos eventos e que também cederam valioso espaço em suas mídias para nossos artigos e atividades.

Também nosso muito obrigado para a TV Comunitária do Rio de Janeiro, que algumas vezes realizou entrevistas para a TV conosco, levando a um grande número de pessoas informações que a TV geralmente não diz sobre a Coreia do Norte.

O apoio e ajuda da Revista Intertelas e do companheiro João Cláudio Pitillo também são dignos de nota.

Estendemos também nossos agradecimentos aos companheiros das Edições Nova Cultura, da Juche TV, do Movimento Nova Pátria e também a Associação Cultural José Martí do Rio de Janeiro por apoio em diversos momentos.

Nada disso teria sido possível, é claro, sem a recepção e ajuda impressionante que recebemos do público e de diversas outras organizações e páginas que não só nos apoiam moralmente como também divulgam nosso trabalho, nos convidam para produzir novas coisas e contribuem de maneira inestimável nesse caminho.

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Estamos construindo, no Brasil, uma poderosa aliança de amizade entre o povo brasileiro e o povo coreano. Na foto, recente evento realizado em São Paulo.
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A amizade internacionalista com a Coreia tem conquistado vários estados brasileiros. Na foto, nós no Mato Grosso do Sul durante evento realizado com o apoio do PSOL-MS e entidades de luta.

Por cada lugar que tivemos, recebemos calorosas boas-vindas das pessoas que se interessam muito pelo tema ou até mesmo que possuem uma visão muito negativa sobre a Coreia Popular mas que, após ouvir um pouco do que temos a dizer, sempre retornam contando que estão refletindo e mudando sua opinião. Na internet, não só brasileiros como também camaradas de outros países do mundo saúdam nossos esforços e constroem conosco uma grande rede de informações e apoio à justa causa revolucionária da Coreia.

Nosso trabalho só é possível graças a vocês que estão desse lado nos lendo, nos ouvindo, nos apoiando. A vocês, nossos sinceros agradecimentos!

Desejo a todos que estão conosco boas realizações e desejo ao nosso tão caro Centro de Estudos da Política Songun do Brasil muitos anos mais de existência e de feitos ainda maiores e mais marcantes.

Viva o Centro de Estudos da Política Songun do Brasil!
Viva a Revolução Coreana!
Viva a Revolução Brasileira!

Lucas Rubio

Presidente do Centro de Estudos da Política Songun – Brasil

Coreia Popular testa novo míssil submarino “Pukguksong-3”

Na manhã desse dia 2 de outubro de 2019, a Academia de Ciências de Defesa Nacional da República Popular Democrática da Coreia testou com sucesso o recentemente desenvolvido míssil balístico submarino (SLBM) chamado Pukguksong-3. O teste ocorreu no golfo de Wonsan, no Mar do Leste da Coreia.

O bem-sucedido disparo experimental se realizou com o objetivo de aumentar a capacidade de voo em altura dos antigos mísseis submarinos da Coreia do Norte.

Foram confirmados de modo científico e técnico os importantes índices táticos e técnicos do novo foguete balístico através do teste que não trouxe qualquer influência negativa aos países vizinhos.

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Os quadros do Partido e do ramo de investigação de Ciências de Defesa Nacional foram os responsáveis por dirigir o teste balístico no terreno de lançamento. Eles informaram ao Comitê Central do Partido do Trabalho da Coreia os resultados do exitoso disparo.

Representando o CC do PTC, Kim Jong Un, o Máximo Dirigente da Coreia Popular, enviou calorosas felicitações às unidades de investigação que participaram do teste.

O teste inaugurou uma nova fase para conter a ameaça das forças externas à RPDC e reforçar ainda mais o seu músculo militar de autodefesa.

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Uma câmera instalada no míssil fotografou o planeta Terra de grande altitude.

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O novo míssil Pukguksong-3 é muito maior que seu antecessor, o Pukguksong-1, testado em 2015, e provavelmente foi lançado do novo submarino recentemente construído pela Coreia Popular. O desenho do míssil também é uma novidade.

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Com informações de KCNA
Centro de Estudos da Política Songun – Brasil

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70 anos sem a camarada KIM JONG SUK

Há exatamente 70 anos, em 22 de setembro de 1949, falecia Kim Jong Suk, conhecida como a ‘Mãe da Coreia’.

A camarada Kim Jong Suk foi uma heroína coreana e vitoriosa guerreira comunista anti-imperialista.

Nascida na Coreia em 1917, ela foi esposa do Presidente Kim Il Sung e tomou parte da Guerrilha Anti-Japonesa, conduzida pelos revolucionários coreanos que lutavam contra a ocupação japonesa na Coreia. Durante duas décadas, a camarada Kim Jong Suk serviu ao Exército Popular Revolucionário da Coreia como uma das mais altas revolucionárias do país.

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Destacada líder militar guerrilheira
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Corajosa e intrépida revolucionária

Foi criadora de táticas militares de guerrilha que levaram o povo coreano à expulsão do Japão. Foi ela o grande exemplo feminino que atraiu as melhores meninas e moças da Coreia para a luta armada contra o colonialismo e pela construção do socialismo.

Sua coragem e bravura se traduzem em seus feitos históricos de audaciosas ações de assalto contra as tropas japonesas. Ela também era guarda-costas do Presidente Kim Il Sung e já foi ferida em batalha defendendo a vida do Presidente.

Kim Jong Suk foi a primeira pessoa da Coreia a saltar de paraquedas: quando quase ninguém tinha coragem de realizar tal ato, ainda pouco difundido naquela época e lugar, foi ela que tomou a iniciativa e inaugurou a modalidade de luta no seu país.

Foi uma das figuras políticas presentes quando da assinatura da Lei de Igualdade Entre Homens e Mulheres da Coreia.

Após a libertação da Coreia e a fundação da República Popular Democrática da Coreia, Kim Jong Suk tomou parte central na construção socialista, com contribuições inestimáveis na formação da constituição da RPDC e de seus sistemas de educação. Foi uma das grandes orientadoras da formalização do Exército Popular da Coreia como forças armadas nacionais.

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Com o Presidente Kim Il Sung e o Dirigente Kim Jong Il (ainda criança) em 1948.
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Ao lado do Presidente Kim Il Sung, a camarada Kim Jong Suk foi uma grande estrategista da defesa nacional

Vivendo toda sua vida ao lado do povo, ao lado do Líder Kim Il Sung e servindo sempre à causa nacional de libertação e ao socialismo, a camarada Kim Jong Suk é exemplo de luta revolucionária feminina.

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A família revolucionária do Monte Paektu: a camarada Kim Jong Suk junto aos camaradas Kim Il Sung e Kim Jong Il.

Faleceu ainda muito jovem em 1949, mas sua vida revolucionária é até hoje exaltada como grande exemplo em toda a Coreia. Ela teve um filho chamado Kim Jong Il, que se tornaria anos depois outro grande Líder e herói revolucionário da Coreia.

CAMARADA KIM JONG SUK, PRESENTE!
MEMÓRIA ETERNA.

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Lucas Rubio
Presidente do Centro de Estudos da Política Songun – Brasil

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Como são punidos os crimes sexuais na Coreia do Norte?

Como um Estado socialista, a República Popular Democrática da Coreia, a “Coreia do Norte” que conhecemos, possui um código penal que pune severamente crimes sexuais (como estupro e pedofilia) com a morte do criminoso ou trabalhos forçados.

Além disso, a construção social do socialismo coreano, por meio da cultura e do trabalho, combate o sexismo e ambienta o cidadão para conviver em harmonia na sociedade popular, respeitando o próximo como membro de sua própria família.

A seguir, alguns artigos do Código Penal da Coreia do Norte que tratam de crimes sexuais:

Artigo 261º (Prostituição)
Uma pessoa que tenha praticado várias vezes a prostituição será punida com pena de trabalho de 5 anos. No caso de agenciador de prostituição a pena será de pena de morte.

Artigo 293º (Estupro)
Um homem que viola uma mulher usando violência ou ameaças ou tirando proveito dela será punido com pena de morte.

Artigo 294º (Forçando as mulheres subordinadas a ter relações sexuais)
Um homem que obriga uma mulher subordinada a ter relações sexuais com ele deve ser punido com pena de morte.

Artigo 295º (Interações sexuais com menores)
Uma pessoa que tenha relações sexuais com um menor com idade inferior a quinze anos será punida com pena de morte.

A República Popular Democrática da Coreia é um legítimo Estado socialista que não tolera a violação das trabalhadoras e das crianças sob nenhuma hipótese, diferente da sociedade capitalista onde crimes como esses, infelizmente, ocorrem todos os dias!

Ficou curioso para ler todo o código penal da Coreia do Norte? O CEPS-BR já publicou esse documento e você pode ler clicando aqui.

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Lucas Rubio
Presidente do Centro de Estudos da Política Songun – Brasil

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O cristianismo na Coreia do Norte

Embora muitas pessoas achem que a religião na Coreia do Norte, especialmente o Cristianismo, seja proibida ou seguidores de alguma fé sejam perseguidos, aprisionados ou executados, a verdade é que a liberdade de prática de fé é totalmente legal e garantida constitucionalmente.

O artigo 68 do capítulo 5 da Constituição da República Popular Democrática da Coreia assegura:

“O cidadão tem liberdade de crença religiosa. Esse direito é garantido com a permissão de construir edifícios e celebrar cerimônias com fins religiosos. (…)”

O mesmo artigo, em seguida, porém, adverte algo importante:

“(…) Não se pode aproveitar a religião para introduzir forças estrangeiras ou perturbar a ordem estatal e social.”

Dessa forma, não se permite de forma alguma que a religião seja usada como meio de exploração monetária das pessoas nem como instrumento de intervenção estrangeira nos assuntos internos do país sobre os quais somente o próprio povo coreano tem autoridade para decidir.

Além disso, o artigo 66, no mesmo capítulo, ainda ressalta:

“Todo cidadão maior de 17 anos tem direito de eleger e ser eleito, sem distinção de sexo, nacionalidade, profissão, prazo de residência, propriedade, instrução, filiação partidária, ponto de vista político e CRENÇA RELIGIOSA. (…)”

As imagens desse artigo trazem algumas fotografias de igrejas cristãs na Coreia do Norte.

Algumas retratam uma missa em andamento na Catedral Changchung, no bairro de Songyo-guyok, nos arredores da cidade de Pyongyang. Essa igreja católica, originalmente, foi construída no século XIX, porém foi totalmente destruída por um bombardeio americano durante a Guerra da Coreia (Guerra de Libertação da Pátria) em 1950. Em 1988 ela foi reconstruída com doações dos fiéis copiando o estilo original. Hoje ela é a sede da Diocese de Pyongyang, que foi estabelecida em 1962.

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A fachada da Catedral Católica de Changchung, na Coreia do Norte.

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Representantes da Catedral de Jangchung da Coreia do Norte se encontram pessoalmente com o Papa João Paulo II no Vaticano, década de 1980.

Em algumas fotos, pode-se ver também a Catedral Católica Ortodoxa da Santíssima Trindade, administrada pela comunidade da igreja ortodoxa na Coreia. Ela começou a ser construída em 2003 e em 2006 foi aberta ao público. Ela está localizada no bairro Jongbaek-dong, distrito de Rangrang.

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Também está retratada a Igreja Pongsu, igreja cristã protestante, erigida em 1988 e realocada em uma nova construção, maior e com capacidade para 1.200 pessoas, em 2008.

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A igreja protestante Bongsu.

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Outra igreja presente nas imagens é a igreja evangélica Chilgol, fundada em 1899 e também destruída durante a guerra, em 1950, sendo reconstruída na década de 1980.

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Fachada da igreja protestante Chilgol.

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Outro grande mito sobre o cristianismo na Coreia do Norte é que pessoas que são pegas portando bíblias são fuziladas ou enviadas para a prisão. Essa é outra mentira. Bíblias não são livros proibidos na Coreia do Norte e são impressas com normalidade no país, sendo distribuídas nas igrejas para a realização dos serviços religiosos. No nosso post temos fotos de algumas delas.

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Um exemplar de uma Bíblia Sagrada impressa na República Popular Democrática da Coreia, a Coreia do Norte.
Diferente da ideia que temos, bíblias não são proibidas na Coreia do Norte e qualquer um pode circular livremente com elas.

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A maioria do povo norte-coreano, entretanto, não professa nenhuma fé e os que possuem religião, em sua maioria, são chondoístas, budistas ou adeptos de filosofias e religiões milenares tradicionais da Coreia e Ásia. A Coreia é uma nação milenar com mais de 5.000 anos de História e sua civilização foi construída com alicerces totalmente diferentes do Ocidente e não gostar do fato de que não há em cada esquina coreana uma igreja cristã é etnocentrismo e não faz qualquer sentido.

Logo, o número de cristãos é um pouco baixo, o que não significa, claro, que não existam.

Vale citar que muitas das vezes uma das raras oportunidades de norte e sul-coreanos se verem por um período extenso são durante as visitas de chefes religiosos cristãos da Coreia do Sul à igrejas norte-coreanas. Muitas caravanas de fiéis sul-coreanos também visitam a Coreia do Norte para rever antigos familiares (que ficaram divididos no outro Estado após a partilha da Coreia). Essas pessoas advogam pela causa da Reunificação da Coreia e são muito criticadas na Coreia do Sul, que não costuma tolerar com boas vistas relações, sejas elas quais forem, com os norte-coreanos.

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O reverendo Franklin Graham dos Estados Unidos durante uma missão evangélica na Coreia do Norte.
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Oficial do Conselho Mundial de Igrejas durante uma visita à RPDC.
Na primeira foto, ele se encontra com Kim Yong Nam, na época o chefe-de-Estado da Coreia do Norte e membro do Presidium da Assembleia Popular Suprema.
Abaixo, o oficial oferece um serviço religioso.

Portanto, as notícias, muitas vezes absurdas – e que chegam a relatar execuções públicas com rolos compressores -, não passam de falsificações, boatos, fake news e ações de mau gosto que buscam distorcer a imagem da Coreia do Norte como um ‘inferno na Terra’.

VÍDEOS

A seguir, a indicação de alguns vídeos sobre o tema:

1. Vídeo de um turista que visitou a igreja católica e a filmou por dentro na Páscoa de 1988, ano de reinauguração do templo:

2. Culto evangélico completo realizado na Igreja Chilgol, Coreia do Norte:

3. Entrevista do autor, Presidente do Centro de Estudos da Política Songun do Brasil, explica sobre a questão religiosa na Coreia do Norte:

4. Entrevista que um fotógrafo estrangeiro fez com um dos responsáveis da catedral católica de Pyongyang:

5. Vídeo de uma equipe de TV sul-coreana que visitou a igreja em 2002 e gravou um pequeno documentário com muitas imagens da missa:

* Leitura complementar indicada: Álbum fotográfico da página “O Outro Lado da Coreia do Norte” 

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REFERÊNCIAS:

1. De Pyongyang a la Habana: “¿Persecución de cristianos en Corea del Norte? Disponível em: https://depyongyangalahabana.blogspot.com/2013/06/persecucion-de-cristianos-en-corea-del.html

2. Fórum – LiveJournal: “CHANGCHUN КАФЕДРАЛЬНЫЙ СОБОР РИМСКО_КАТОЛИЧЕСКОЙ ЦЕРКВИ В ПХЕНЬЯНЕ”. Disponível em: https://remch-ch.livejournal.com/263104.html

3. Naenara: “Pongsu Church”. Disponível em: http://www.naenara.com.kp/en/society/?life+1+397

4. Naenara: “Jangchung Catholic Church”. Disponível em: http://www.naenara.com.kp/en/society/?life+1+337

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Lucas Rubio
Presidente do Centro de Estudos da Política Songun – Brasil

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Seminário sobre a Coreia Popular realizado no Mato Grosso do Sul

No dia 13 de setembro de 2019 foi realizada a atividade «A História do Socialismo e da Revolução na Coreia do Norte» na cidade de Campo Grande, capital de Mato Grosso do Sul. O evento contou com a participação de Lucas Rubio, Presidente do Centro de Estudos da Política Songun do Brasil.

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Lucas Rubio, Presidente do CEPS-BR

A atividade aconteceu na Concha Acústica da Universidade Federal do Mato Grosso do Sul, a UFMS, e foi realizada com o apoio do PSOL-MS. Na plateia, esteve presente também membros da juventude do PSOL e do PCB.

Foi apresentado para o público a história da Coreia, desde sua fundação há 5.000 anos, passando pelo processo de revolução anti-colonial liderado pelo General Kim Il Sung, a Guerra da Coreia contra o imperialismo americano e a construção do socialismo ao estilo Juche. Foi explicada também a liderança revolucionária do Dirigente Kim Jong Il baseada na Política Songun de valorização militar e a conquista do grande poderio bélico sob a liderança do Marechal Kim Jong Un.

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Foi evocado o 71º aniversário de fundação da República Popular Democrática da Coreia.

Ao fim, foram respondidas várias perguntas sobre o funcionamento interno do país, aspectos culturais, curiosidades e posições históricas e internacionais da Coreia.

O evento, primeiro do tipo na capital sul mato-grossense, foi uma oportunidade de difusão dos ideais revolucionários dos povos do mundo para a região brasileira e também uma afirmação de apoio, por parte da juventude, à heroica luta do povo coreano.

No fim, alguns participantes se fotografaram com a bandeira nacional do Brasil e da Coreia Socialista, registrando historicamente o primeiro ato público de solidariedade do MS à RPDC.

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Centro de Estudos da Política Songun – Brasil

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CEPS-BR participou de simpósio na UFF

O Centro de Estudos da Política Songun do Brasil participou, no último dia 11 de setembro de 2019, do Simpósio Fluminense de Estudos Asiáticos da UFF: Faces da Ásia, promovido pelo CEA – Centro de Estudos Asiáticos da Universidade Federal Fluminense (UFF).

Lucas Rubio, Presidente do CEPS-BR, apresentou-se com uma intervenção chamada “A Revolução na Coreia do Norte – o espírito de independência do desconhecido socialismo Juche e Songun”.

 

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Na apresentação, foram mostradas fotografias que remontam aos primeiros anos da Revolução Coreana e da luta contra o Japão e os EUA empreendida pelo General Kim Il Sung. Além disso, foram abordados os temas da construção do socialismo ao estilo coreano Juche, da aplicação da Política Songun pelo General Kim Jong Il e das recentes conquistas econômicas, políticas e internacionais da Coreia Popular sob a direção do Marechal Kim Jong Un.

Foram respondidas diversas perguntas do público sobre diversos assuntos. Foi feito também um relato da viagem que o CEPS-BR fez à República Popular Democrática da Coreia em 2018.

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Centro de Estudos da Política Songun – Brasil

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71 anos da fundação da RPDC

Há exatamente 71 anos se fundava a República Popular Democrática da Coreia, a Coreia do Norte.

A fundação do país ocorreu com a proclamação, pelo Presidente Kim Il Sung, da fundação de um Estado socialista em resposta a fundação de um Estado capitalista no sul da Coreia, influenciado e gerenciado diretamente pelos Estados Unidos. A consolidação da divisão nacional, iniciada em 1945, se deu com a fundação dos dois Estados, sendo a RPDC o único Estado legitimamente coreano e nacional.

Apenas dois anos depois da fundação da RPDC, em 1950, eclode a Guerra da Coreia – ou Guerra de Libertação da Pátria, como é conhecida no Norte – a guerra que buscou reagir às provocações americanas e expulsar os imperialistas americanos do Sul do país, construindo o socialismo em toda a Península unificada. 3 anos depois, em 1953, os EUA e a RPDC assinaram um armistício, num histórico momento em que os EUA não conseguiram completar seu plano de aniquilar o governo socialista do Norte.

Durante as décadas de 1960, 1970 e 1980, a RPDC se concentrou em desenvolver a sociedade, industrializando o país, criando sistemas nacionais de saúde e educação gratuitos e universais e aprofundando a Revolução.

Nos anos 1990, o país passou por grandes problemas econômicos e pressões estrangeiras, sendo cercado por um bloqueio sem precedentes. A Coreia então passou a recorrer à via das armas para reforçar sua posição anti-imperialista e defender sua soberania. O General Kim Jong Il governou o país nos momentos mais difíceis e transpassou o milênio mantendo o caráter popular e revolucionário da Coreia.

Hoje em dia, a RPDC se mantém como um país socialista, sob a direção do Marechal Kim Jong Un, sem desabrigados, desempregados, pessoas sem hospital ou escola e com índices econômicos e planos nacionais que buscam fazer da Coreia um país mais próspero e feliz.

São 71 anos de resistência ao imperialismo e de construção de uma nova via para a Humanidade.

VIVA OS 71 ANOS DA FUNDAÇÃO DA REPÚBLICA POPULAR DEMOCRÁTICA DA COREIA!

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Centro de Estudos da Política Songun – Brasil

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História da Revolução Coreana difundida em escola de ensino fundamental

Hoje, no 71º aniversário de fundação da República Popular Democrática da Coreia, Lucas Rubio, Presidente do Centro de Estudos da Política Songun do Brasil, participou de aula sobre a história da Revolução Coreana e da Guerra da Coreia em uma escola do município de Duque de Caxias, Rio de Janeiro.

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A aula abordou as origens da divisão nacional da Coreia, causada pelo desembarque das tropas dos Estados Unidos na Península Coreana em 1945, além da Guerra da Coreia e das pesadas dificuldades econômicas impostas pelo Ocidente contra a Revolução Socialista da Coreia. Também foi abordado o papel de liderança dos Generais Kim Il Sung e Kim Jong Il na construção do socialismo Juche e o destacado governo do Marechal Kim Jong Un.

Foi evocado o 71º aniversário de fundação da RPDC, ocorrido em 9 de setembro de 1948 pelo líder do povo, o Presidente Kim Il Sung.

Foram apresentados fotos e relatos da viagem feita pelo CEPS-BR à Coreia do Norte em setembro de 2018. As crianças fizeram várias perguntas sobre o funcionamento da Coreia Popular e seu sistema socialista, além de perguntas mais elaboradas sobre os direitos das mulheres e a sobrevivência da RPDC mesmo diante de terrível situação externa.

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Centro de Estudos da Política Songun – Brasil

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