Em junho de 2016, o camarada Kim Jong Un era eleito como Presidente do Comitê de Assuntos Estatais da República Popular Democrática da Coreia, o mais alto cargo de governança da Coreia Popular.
Em razão da efeméride de 10 anos deste significativo evento político da Revolução Coreana, entidades de estudo e investigação sobre a Ideia Juche e a RPDC se uniram para produzir um material exclusivo sobre o balanço histórico da primeira década de governo do Líder Kim Jong Un.
O vídeo especial, produzido pelo Instituto Paektu – Brasil e publicado no canal da organização, conta com as participações especiais de Rosanita Campos, do Instituto da Amizade Brasil-Coreia, e Diego Grossi, do Centro de Estudos da Ideia Juche – Brasil, com apresentação de Lucas Rubio, do Instituto Paektu.
O Instituto Paektu – Brasil realizou, nesse sábado (18), em conjunto com a Associação Cultural José Martí do Rio de Janeiro, o painel “Kim Il Sung e Fidel Castro juntos na luta anti-imperialista”, em celebração do 114º aniversário do natalício do grande Líder coreano e do centenário de nascimento Comandante cubano.
O evento contou com as intervenções do camarada Lucas Rubio, presidente do Instituto Paektu, e do camarada Luis Eduardo Mergulhão, diretor executivo da ACJM-RJ, com mediação do camarada Rodrigo Teixeira, também diretor executivo deste organização.
Realizado na sede da ACJM-RJ, o evento iniciou com a exibição de vídeo e música alusivos à amizade coreano-cubana, forjada na luta conjunta contra o imperialismo e pela construção do socialismo, que continua até os dias de hoje sob as lideranças de Kim Jong Un e Miguel Mario Díaz-Canel.
O camarada Lucas Rubio contou sobre a história de vida do Presidente Kim Il Sung, que nasceu numa humilde cabana em Mangyongdae e deu início à sua carreira política ainda na tenra idade da adolescência quando fundou, há cem anos, em 17 de outubro de 1926, junto a outros jovens coreanos, a União para Derrotar o Imperialismo (UDI) — primeira organização corenaa verdadeiramente comprometida com a revolução.
Prosseguiu sobre a construção do socialismo coreano, que não se limitou a copiar modelos externos, mas pavimentou seu caminho à sua própria maneira, mantendo o princípio da independência como pilar central em todos os ramos da política, economia e ideologia — fato que permitiu aos coreanos se manterem incorruptos diante dos eventos que se desdobraram na arena internacional com o surgimento do revisionismo no seio do Partido Comunista da União Soviética.
Concluiu que o Presidente Kim Il Sung deixou um brilhante legado não apenas para os coreanos, beneficiários do sistema socialista centrado nas massas populares e dotado de independência que ele ergueu, mas também para os demais povos do mundo que anseiam por sua libertação nacional e de classe, com seus incalculáveis aportes teórico-práticos acumulados ao longo de tantas décadas de vitoriosa direção da revolução.
Na sequência, o camarada Luis Mergulhão falou sobre a vida de Fidel Castro Ruz, um combatente intrépido contra o imperialismo e pela independência cubana. Desde a juventude, Fidel se dedicou à luta contra as ditaduras que subjugavam Cuba e à derrubada do regime de Fulgencio Batista, que servia aos interesses dos monopólios estadunidenses. A Revolução Cubana, triunfante em 1º de janeiro de 1959, representou um marco na história da América Latina e do mundo, demonstrando que era possível resistir ao imperialismo a apenas 90 milhas dos Estados Unidos.
Mergulhão destacou a coragem de Fidel ao liderar a defesa da ilha contra a invasão da Baía dos Porcos, ao enfrentar a crise dos mísseis e ao construir um sistema socialista que avançou nas áreas da educação, saúde, ciência e solidariedade internacionalista. Cuba, sob a liderança de Fidel, enviou médicos, professores e combatentes a dezenas de países da África, Ásia e América Latina, materializando o princípio do internacionalismo proletário. O orador também recordou a histórica visita de Fidel Castro à Coreia em 1986, quando se encontrou com o Presidente Kim Il Sung e consolidou os laços de amizade entre os dois povos.
Mergulhão concluiu que Fidel Castro, assim como Kim Il Sung, foi um líder que nunca se curvou ao imperialismo e que legou às novas gerações o exemplo de um revolucionário íntegro, coerente e profundamente comprometido com a causa dos pobres e oprimidos.
Após as exposições, o camarada Daniel abriu o espaço para perguntas do público. Os participantes levantaram questões de grande relevância política, entre elas:
A mudança da política da RPDC em relação à Coreia do Sul, com o rebaixamento do status do vizinho sulista a “Estado mais hostil”;
A relação da Coreia com o socialismo chinês no contexto atual das relações internacionais;
A importância da política nuclear da RPDC para equilibrar o balanço de forças na região e assegurar a posição soberana coreana no cenário internacional.
O debate foi marcado por trocas de alto nível político e teórico entre os oradores e os participantes, demonstrando o elevado nível de compreensão da realidade coreana e da luta anti-imperialista por parte do público presente.
O evento reafirmou a vitalidade da solidariedade internacionalista entre Brasil, Coreia e Cuba, e a necessidade de seguir aprofundando o conhecimento sobre as experiências revolucionárias que resistem ao imperialismo e constroem o socialismo com suas próprias características.
O Instituto Paektu – Brasil agradece a todos os participantes e reafirma seu compromisso com a divulgação da Ideia Juche, com a defesa do socialismo coreano e com a luta anti-imperialista ao lado de todos os povos oprimidos.
No dia 3 de setembro de 2025, uma delegação do Instituto Paektu – Brasil participou de uma cerimônia realizada na sede da embaixada da República Popular Democrática da Coreia em Brasília, Distrito Federal, em razão do 77º aniversário de fundação da República, a ser marcado no próximo dia 9.
A delegação do Instituto Paektu, formada pelos camaradas Lucas Rubio, Yuri Marcondes e Eduardo Mendes, fez-se presente nesse importante evento de comemoração num momento especial para a Coreia e para o mundo, quando novos rumos são traçados para as relações internacionais e a RPDC alcança novos níveis de projeção geopolítica.
No evento, além da equipe diplomática coreana, estiveram presentes os embaixadores e representantes diplomáticos da Rússia, China, Palestina, Irã e Venezuela. A delegação do Instituto Paektu traçou contatos com todos eles e expressou solidariedade e apoio às suas causas. Também participaram altos funcionários do Itamaraty, figuras políticas do Congresso Nacional Brasileiro e personalidades conhecidas por apoiar a luta do povo coreano no Brasil, como a respeitada camarada Rosanita Campos, do Instituto da Amizade Brasil-Coreia.
Na ocasião, a delegação do IP-BR depositou flores sob os retratos dos Líderes Kim Il Sung e Kim Jong Il.
O evento ocorreu num clima de amizade e felicidade entre coreanos e brasileiros que, juntos, comemoraram com orgulho a fundação da República Popular e Democrática, criada pelo Grande Líder, o camarada Kim Il Sung, que conduziu a Coreia por um caminho inigualável na construção do socialismo e que também a posicionou eternamente como um país ligado à tradição dos valores nobres e justos, como o antifascismo, o anticolonialismo, o anti-imperialismo e a paz.
Viva os 77 anos da RPDC! Viva o Instituto Paektu – Brasil!
Em 5 de setembro de 2023, os camaradas Lucas Rubio e Eduardo Mendes estiveram presentes na Embaixada da República Popular Democrática da Coreia, localizada em Brasília, em nome do Centro de Estudos da Política Songun do Brasil. Eles participaram de um jantar especial em razão dos 75 anos de fundação da República Popular e Democrática, ocorrido em 9 de setembro de 1948.
Há exatos 70 anos, em 27 de julho de 1953, a Coreia Popular impôs aos EUA a assinatura do armistício da Guerra de Libertação da Pátria.
A vitória do povo coreano na guerra de 1950-1953 representou um verdadeiro milagre que só foi possível graças à sábia liderança do Exército, Estado e Partido, sob orientação do Generalíssimo Kim Il Sung e sua direção baseada no Songun. O grande império dos EUA, que se considerava invencível, não conseguiu alcançar seus objetivos (destruição da experiência socialista e unificação da Coreia sob sua lei) e foi obrigado a assinar o acordo do armistício, recuando em sua posição. Durante o conflito, os imperialistas ianques cometeram inúmeros crimes de guerra e bombardearam a RPDC com força sobrenatural.
No dia 21 de julho de 2023, o Centro de Estudos da Política Songun do Brasil organizou com sucesso uma reunião para marcar os 70 anos da vitória do povo coreano sobre os Estados Unidos na Guerra de Libertação da Pátria de 1950-1953.
O evento ocorreu na sede do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio de Janeiro (CREA-RJ), que cedeu o espaço. Mais de 150 pessoas lotaram o auditório do 4º andar da organização. O objetivo do encontro foi resgatar os precedentes históricos e o desenrolar da chamada Guerra da Coreia (Guerra de Libertação da Pátria, na terminologia coreana), chegando ao armistício assinado em 27 de julho de 1953, 70 anos atrás, e as consequências históricas da primeira guerra eclodida após a Segunda Guerra Mundial.
Para isso, participaram da mesa do evento as seguintes pesssoas:
Kim Chol Hak, embaixador extraordinário e plenipotenciário da República Popular Democrática da Coreia no Brasil;
Kim Jong Chol, secretário da Embaixada da República Popular Democrática da Coreia no Brasil;
Emanuel Tejerina, presidente da Associação de Amizade com a Coreia do Brasil (KFA-Brasil);
Lucas Rubio, presidente do Centro de Estudos da Política Songun do Brasil (CEPS-BR).
Em julho de 1953, o povo coreano impôs uma amarga derrota ao imperialismo dos Estados Unidos: obrigou a superpotência nuclear a assinar um armistício que encerrou a fase de combates da Guerra da Coreia, conhecida também com Guerra de Libertação da Pátria, iniciada em 1950. Cercada de mitos e praticamente desconhecida pelo público brasileiro, a Guerra da Coreia ficou marcada pela brutalidade dos EUA e seus aliados em massacrar quase 3 milhões de coreanos.
Para debater os 70 anos da assinatura do armistício da Guerra da Coreia, o Centro de Estudos da Política Songun do Brasil realizará um seminário especial sobre o tema. Estará presente o Sr. Kim Chol Hak, Embaixador Extraordinário e Plenipotenciário da República Popular Democrática da Coreia no Brasil, bem como representantes de várias organizações de estudo e amizade com a Coreia.
O evento especial acontecerá no dia 21 de julho de 2023, às 18h, no auditório do CREA-RJ, localizado Rua Buenos Aires, N°40, Centro da cidade do Rio de Janeiro.
O dia 20 de novembro marca o Dia Mundial das Crianças, criado pelas Nações Unidas pois, nesta data em 1959, a Assembleia Geral da ONU adotou a Declaração dos Direitos da Criança.
Este dia importante é observado também na República Popular Democrática da Coreia, país que tem como uma das principais política públicas de Estado a proteção das crianças e a garantia de uma infância e adolescência com acesso à educação, cultura, saúde e lazer.
Para marcar a importante data, o Centro de Estudos da Política Songun do Brasil e a KFA do Brasil – Associação de Amizade com a Coreia trazem ao público a exposição virtual “Crianças na Coreia Popular”. A exposição acontece com o apoio do Portal Conheça Coreia e a Casa de Publicações Estrangeiras da RPD da Coreia.