78 anos de RPDC: declaração em prol da paz, da soberania e do direito à defesa da República Popular Democrática da Coreia

O Instituto Paektu do Brasil, reunido no Comitê Preparatório para os 78 anos de fundação da República Popular Democrática da Coreia, formado também por outras organizações de estudo e solidariedade à Coreia Popular, faz pública esta declaração no dia 9 de setembro de 2026:

As organizações, entidades e estudiosos reunidos nesta data especial manifestam, de forma solidária à Coreia Socialista, em particular, e aos povos do mundo, em geral, sua preocupação diante da continuidade das pressões militares, econômicas e políticas exercidas contra a República Popular Democrática da Coreia (RPDC) e os consequentes impactos da agressividade imperialista sobre a paz e a segurança na Península Coreana.
A situação atual não pode ser analisada de forma isolada nem apresentada como simples consequência reativa às capacidades militares desenvolvidas pela RPDC. A Península Coreana permanece, mais de sete décadas após o Armistício de 1953, submetida a uma estrutura permanente de tensão: tropas estadunidenses estacionadas no Estado fantoche da Coreia do Sul, exercícios militares conjuntos, mecanismos de dissuasão ampliada — inclusive nuclear — e uma cooperação militar cada vez maior entre a tríade Estados Unidos, República da Coreia e, o anexado recentemente, Japão.
Essa articulação trilateral vem adquirindo caráter cada vez mais agressivo e institucionalizado, com exercícios conjuntos, compartilhamento de informações e maior integração entre as forças dos três países. Para os signatários do presente documento, esse processo amplia a militarização da região e agrava o ambiente de hostilidade e insegurança em torno da RPDC.
É nesse contexto que deve ser compreendida a atual posição da República Popular Democrática da Coreia em relação às suas forças nucleares. Em 8 de setembro de 2022, a Assembleia Popular Suprema, órgão máximo do poder estatal, promulgou a “Lei sobre a Política das Forças Nucleares do Estado”, estabelecendo juridicamente a política nuclear da RPDC e qualificando suas forças nucleares como um dos principais instrumentos de defesa da soberania, da integridade territorial e dos interesses fundamentais do Estado. Na mesma ocasião, a liderança coreana reafirmou que o status nuclear do país não seria objeto de negociação e rejeitou a possibilidade de uma desnuclearização unilateral. Em setembro de 2023, essa orientação foi elevada ao nível constitucional: a Assembleia Popular Suprema incorporou à Constituição a política de fortalecimento das forças nucleares, estabelecendo, corretamente, seu desenvolvimento como meio de garantir o direito à existência nacional e ao progresso, dissuadir a guerra e proteger a paz e a estabilidade regionais e mundiais.
Diante disso, consideramos que as reiteradas exigências de “desnuclearização” lançadas contra a RPDC, formuladas pelos Estados Unidos e por seus aliados, ignoram a posição jurídica e política que o próprio Estado norte-coreano consolidou em sua legislação, assim como suas condições históricas e geográficas, marcadas pelo cerco de grandes potências. A incorporação dessa política à Constituição deixa claro que, para a RPDC, suas forças nucleares constituem elemento permanente de sua política de defesa e de sua concepção de segurança nacional. Nesse sentido, a insistência em exigir unilateralmente o abandono das capacidades nucleares da RPDC não contribui para a redução das tensões, mas desconsidera uma realidade estratégica já consolidada e acaba por dificultar a construção de um processo efetivamente orientado à paz e à segurança na Coreia.
Somando-se à atmosfera de tensão, o país permanece submetido a um amplo regime de sanções e a outras formas de pressão econômica, diplomática e política. O imperialismo justifica essas medidas como resposta aos programas nuclear e balístico norte-coreanos. Consideramos, porém, insuficiente qualquer análise que trate esses programas como ponto de partida do conflito e ignore as condições históricas e estratégicas nas quais foram desenvolvidos. A RPDC afirma que suas capacidades militares constituem um instrumento de defesa de sua soberania e de seu próprio direito de existência como Estado. Esta declaração acompanha tal entendimento, endossando o direito de defesa de um país soberano contra ameaças e agressões diretas.
Não é razoável exigir de uma nação, constantemente agredida em sua história milenar, que abra mão unilateralmente dos meios que considera indispensáveis à sua defesa, enquanto se mantém, há décadas, em seu entorno forças militares estrangeiras, exercícios recorrentes, estruturas de comando integradas e mecanismos de dissuasão nuclear explicitamente dirigidos contra ela e constantes provocações políticas promovidas justamente por aqueles que a agrediram de maneira brutal nos últimos dois séculos e seus fantoches. Os horrores promovidos pelo fascismo japonês, pelo imperialismo estadunidense e a ocupação do Estado fantoche da Coreia do Sul por um governo títere não foram e não serão esquecidos pela pátria liderada pelo Marechal Kim Jong Un.
Há, é importante dizer, nessa linha imperialista, um caráter de armadilha que, em nome da desnuclearização, busca, na verdade, remover os instrumentos de defesa norte-coreanos para, assim, tentar tornar a RPDC um alvo fácil do neocolonialismo – o que nunca será. Que toda pessoa honesta não se engane: as potências imperialistas que ofendem a Coreia Popular hoje não mudaram suas intenções ante o que fizeram do final do século XIX para cá; não se tornaram, da noite para o dia, defensores da paz. De forma alguma. O que querem, na verdade, é desarmar a Coreia socialista para subjugá-la.
Por isso, reconhecemos o legítimo direito da República Popular Democrática da Coreia de defender sua soberania, sua independência e sua integridade territorial diante de ameaças externas.
Da mesma forma, entendemos que a paz na região não será construída por meio de sanções, ameaças ou demonstrações de força. A segurança de um país não pode depender da insegurança permanente de outro.
Na avaliação dos signatários, a política de pressão exercida pelos Estados Unidos contra a RPDC possui caráter imperialista ao combinar presença militar, coerção econômica e pressão diplomática com o objetivo de limitar as escolhas soberanas do Estado norte-coreano. Isso se dá por alguns motivos: (a) a República Popular e Democrática da Coreia é, hoje, a experiência socialista mais longeva em curso, com 78 anos de vitórias na edificação do socialismo Juche; (b) foi sob a liderança de seu fundador, Kim Il Sung, que a maior potência imperialista da história, os EUA, conheceu, pela primeira vez, a derrota, quando repelidos da parte norte da península em 1953; e (c) em todo esse tempo, o povo coreano não só jamais se dobrou (tendo desenvolvido, para a sua defesa, até mesmo a maior arma conhecida pela humanidade, a bomba de hidrogênio) como ainda exerceu ativamente a solidariedade anti-imperialista aos povos do mundo, fornecendo hoje, por exemplo, seu apoio à luta do povo russo contra o fascismo da Ucrânia amplamente instrumentalizado pela OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte).
Para nós, da América Latina, essas questões são particularmente sensíveis, já que nos encontramos em um território historicamente tido pelas grandes potências ocidentais — hoje, com destaque para os EUA — como um quintal a ser explorado e colonizado. Atualmente, amargamos o humilhante episódio de agressão à Venezuela, com o sequestro de seu presidente, Nicolás Maduro, e uma série de intervenções e ameaças às eleições nacionais, inclusive às de nosso país, o Brasil. Reforçar a unidade das forças anti-imperialistas ao redor do globo é, portanto, um exercício de sobrevivência; uma tarefa inegociável dos povos do mundo, aos quais, orgulhosamente, nos ombreamos.
E fazemos isso observando que o caminho apontado pela Coreia Popular, combinando a luta pela independência nacional, a solidariedade internacionalista e anti-imperialista e a construção do socialismo, é, para a periferia do capitalismo global, a vereda capaz de conduzir à construção de um novo mundo comunista, que enterre de vez a exploração do homem pelo homem e a opressão entre os povos. Os agressores imperialistas, ao atacarem a Coreia socialista, buscam, no fundo, acabar com qualquer esperança de alternativa ao neoliberalismo, ao neocolonialismo e ao capitalismo.
Defendemos, assim sendo, uma solução política baseada no respeito à soberania, na igualdade entre os Estados, em garantias recíprocas de segurança e no abandono da lógica permanente de confrontação e ameaças. Um caminho realista, portanto, que não se renda à utopia de que os armamentos nucleares norte-coreanos sejam o problema; mas, pelo contrário, que reconheça que é justamente por essa capacidade de dissuasão nuclear que a Coreia Popular permanece de pé, soberana, socialista, próspera e em acelerado processo de desenvolvimento, sem sofrer o vilipêndio de seus territórios pela agressão militar imperialista. Infelizmente nas condições dadas no mundo atual, graças à agressividade das grandes potências, o único caminho capaz de garantir a paz para as nações da periferia global é o desenvolvimento da capacidade de resposta militar, de igual para igual, que torne onerosa qualquer aventura belicista contra a autodeterminação dos povos. As nações imperialistas só não recorrem à guerra quando temem perdê-la. E nisso, a capacidade nuclear coreana é exemplo para os oprimidos do mundo.
Reafirmamos, dessa maneira, nossa solidariedade à República Popular Democrática da Coreia e ao povo coreano em sua defesa da independência nacional e da soberania.
Manifestamos nossa oposição à ampliação das pressões militares, econômicas e políticas contra a RPDC.
Defendemos o direito do povo coreano de decidir seu próprio futuro sem coerção, intervenção ou imposição estrangeira.
E lembramos que, mais de sete décadas depois do fim das hostilidades abertas da Guerra da Coreia, a paz permanece uma tarefa inconclusa. Ela não será alcançada pelo cerco, pelas sanções ou pela ameaça militar, mas pelo reconhecimento da soberania dos povos e de seu direito à segurança, à independência e à autodeterminação e ao socialismo.


Pela paz permanente!
Contra a pressão e a agressão imperialistas!
Pelo direito do povo coreano de decidir seu próprio destino!
Pela soberania da República Popular Democrática da Coreia!

Instituto Paektu – Brasil

Instituto da Amizade Brasil – Coreia

Centro de Estudos da Ideia Juche – Brasil

Entidades produzem vídeo conjunto sobre os 10 anos da presidência de Kim Jong Un

Em junho de 2016, o camarada Kim Jong Un era eleito como Presidente do Comitê de Assuntos Estatais da República Popular Democrática da Coreia, o mais alto cargo de governança da Coreia Popular.

Em razão da efeméride de 10 anos deste significativo evento político da Revolução Coreana, entidades de estudo e investigação sobre a Ideia Juche e a RPDC se uniram para produzir um material exclusivo sobre o balanço histórico da primeira década de governo do Líder Kim Jong Un.

O vídeo especial, produzido pelo Instituto Paektu – Brasil e publicado no canal da organização, conta com as participações especiais de Rosanita Campos, do Instituto da Amizade Brasil-Coreia, e Diego Grossi, do Centro de Estudos da Ideia Juche – Brasil, com apresentação de Lucas Rubio, do Instituto Paektu.

Assista ao vídeo:

Realizado painel celebrando 114 anos de Kim Il Sung e 100 de Fidel Castro

O Instituto Paektu – Brasil realizou, nesse sábado (18), em conjunto com a Associação Cultural José Martí do Rio de Janeiro, o painel “Kim Il Sung e Fidel Castro juntos na luta anti-imperialista”, em celebração do 114º aniversário do natalício do grande Líder coreano e do centenário de nascimento Comandante cubano.

O evento contou com as intervenções do camarada Lucas Rubio, presidente do Instituto Paektu, e do camarada Luis Eduardo Mergulhão, diretor executivo da ACJM-RJ, com mediação do camarada Rodrigo Teixeira, também diretor executivo deste organização.

Realizado na sede da ACJM-RJ, o evento iniciou com a exibição de vídeo e música alusivos à amizade coreano-cubana, forjada na luta conjunta contra o imperialismo e pela construção do socialismo, que continua até os dias de hoje sob as lideranças de Kim Jong Un e Miguel Mario Díaz-Canel.

O camarada Lucas Rubio contou sobre a história de vida do Presidente Kim Il Sung, que nasceu numa humilde cabana em Mangyongdae e deu início à sua carreira política ainda na tenra idade da adolescência quando fundou, há cem anos, em 17 de outubro de 1926, junto a outros jovens coreanos, a União para Derrotar o Imperialismo (UDI) — primeira organização corenaa verdadeiramente comprometida com a revolução.

Prosseguiu sobre a construção do socialismo coreano, que não se limitou a copiar modelos externos, mas pavimentou seu caminho à sua própria maneira, mantendo o princípio da independência como pilar central em todos os ramos da política, economia e ideologia — fato que permitiu aos coreanos se manterem incorruptos diante dos eventos que se desdobraram na arena internacional com o surgimento do revisionismo no seio do Partido Comunista da União Soviética.

Concluiu que o Presidente Kim Il Sung deixou um brilhante legado não apenas para os coreanos, beneficiários do sistema socialista centrado nas massas populares e dotado de independência que ele ergueu, mas também para os demais povos do mundo que anseiam por sua libertação nacional e de classe, com seus incalculáveis aportes teórico-práticos acumulados ao longo de tantas décadas de vitoriosa direção da revolução.

Na sequência, o camarada Luis Mergulhão falou sobre a vida de Fidel Castro Ruz, um combatente intrépido contra o imperialismo e pela independência cubana. Desde a juventude, Fidel se dedicou à luta contra as ditaduras que subjugavam Cuba e à derrubada do regime de Fulgencio Batista, que servia aos interesses dos monopólios estadunidenses. A Revolução Cubana, triunfante em 1º de janeiro de 1959, representou um marco na história da América Latina e do mundo, demonstrando que era possível resistir ao imperialismo a apenas 90 milhas dos Estados Unidos.

Mergulhão destacou a coragem de Fidel ao liderar a defesa da ilha contra a invasão da Baía dos Porcos, ao enfrentar a crise dos mísseis e ao construir um sistema socialista que avançou nas áreas da educação, saúde, ciência e solidariedade internacionalista. Cuba, sob a liderança de Fidel, enviou médicos, professores e combatentes a dezenas de países da África, Ásia e América Latina, materializando o princípio do internacionalismo proletário. O orador também recordou a histórica visita de Fidel Castro à Coreia em 1986, quando se encontrou com o Presidente Kim Il Sung e consolidou os laços de amizade entre os dois povos.

Mergulhão concluiu que Fidel Castro, assim como Kim Il Sung, foi um líder que nunca se curvou ao imperialismo e que legou às novas gerações o exemplo de um revolucionário íntegro, coerente e profundamente comprometido com a causa dos pobres e oprimidos.

Após as exposições, o camarada Daniel abriu o espaço para perguntas do público. Os participantes levantaram questões de grande relevância política, entre elas:

  • A mudança da política da RPDC em relação à Coreia do Sul, com o rebaixamento do status do vizinho sulista a “Estado mais hostil”;
  • A relação da Coreia com o socialismo chinês no contexto atual das relações internacionais;
  • A importância da política nuclear da RPDC para equilibrar o balanço de forças na região e assegurar a posição soberana coreana no cenário internacional.

O debate foi marcado por trocas de alto nível político e teórico entre os oradores e os participantes, demonstrando o elevado nível de compreensão da realidade coreana e da luta anti-imperialista por parte do público presente.

O evento reafirmou a vitalidade da solidariedade internacionalista entre Brasil, Coreia e Cuba, e a necessidade de seguir aprofundando o conhecimento sobre as experiências revolucionárias que resistem ao imperialismo e constroem o socialismo com suas próprias características.

O Instituto Paektu – Brasil agradece a todos os participantes e reafirma seu compromisso com a divulgação da Ideia Juche, com a defesa do socialismo coreano e com a luta anti-imperialista ao lado de todos os povos oprimidos.

Delegação do Instituto Paektu participa de evento na embaixada da Coreia Socialista

No dia 3 de setembro de 2025, uma delegação do Instituto Paektu – Brasil participou de uma cerimônia realizada na sede da embaixada da República Popular Democrática da Coreia em Brasília, Distrito Federal, em razão do 77º aniversário de fundação da República, a ser marcado no próximo dia 9.

A delegação do Instituto Paektu, formada pelos camaradas Lucas Rubio, Yuri Marcondes e Eduardo Mendes, fez-se presente nesse importante evento de comemoração num momento especial para a Coreia e para o mundo, quando novos rumos são traçados para as relações internacionais e a RPDC alcança novos níveis de projeção geopolítica.

No evento, além da equipe diplomática coreana, estiveram presentes os embaixadores e representantes diplomáticos da Rússia, China, Palestina, Irã e Venezuela. A delegação do Instituto Paektu traçou contatos com todos eles e expressou solidariedade e apoio às suas causas. Também participaram altos funcionários do Itamaraty, figuras políticas do Congresso Nacional Brasileiro e personalidades conhecidas por apoiar a luta do povo coreano no Brasil, como a respeitada camarada Rosanita Campos, do Instituto da Amizade Brasil-Coreia.

Na ocasião, a delegação do IP-BR depositou flores sob os retratos dos Líderes Kim Il Sung e Kim Jong Il.

O evento ocorreu num clima de amizade e felicidade entre coreanos e brasileiros que, juntos, comemoraram com orgulho a fundação da República Popular e Democrática, criada pelo Grande Líder, o camarada Kim Il Sung, que conduziu a Coreia por um caminho inigualável na construção do socialismo e que também a posicionou eternamente como um país ligado à tradição dos valores nobres e justos, como o antifascismo, o anticolonialismo, o anti-imperialismo e a paz.

Viva os 77 anos da RPDC! Viva o Instituto Paektu – Brasil!

CEPS-BR participa de cerimônia na Embaixada da Coreia Popular no Brasil

Em 5 de setembro de 2023, os camaradas Lucas Rubio e Eduardo Mendes estiveram presentes na Embaixada da República Popular Democrática da Coreia, localizada em Brasília, em nome do Centro de Estudos da Política Songun do Brasil. Eles participaram de um jantar especial em razão dos 75 anos de fundação da República Popular e Democrática, ocorrido em 9 de setembro de 1948.

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Viva os 70 anos da vitória do povo coreano!

Há exatos 70 anos, em 27 de julho de 1953, a Coreia Popular impôs aos EUA a assinatura do armistício da Guerra de Libertação da Pátria.

A vitória do povo coreano na guerra de 1950-1953 representou um verdadeiro milagre que só foi possível graças à sábia liderança do Exército, Estado e Partido, sob orientação do Generalíssimo Kim Il Sung e sua direção baseada no Songun. O grande império dos EUA, que se considerava invencível, não conseguiu alcançar seus objetivos (destruição da experiência socialista e unificação da Coreia sob sua lei) e foi obrigado a assinar o acordo do armistício, recuando em sua posição. Durante o conflito, os imperialistas ianques cometeram inúmeros crimes de guerra e bombardearam a RPDC com força sobrenatural.

Em 3 anos, o povo da Coreia lutou com unhas e dentes pelo seu território e por sua Revolução Socialista
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Discurso do Embaixador Kim Chol Hak em razão dos 70 anos da vitória na Guerra de Libertação da Pátria

Discurso do Sr. Kim Chol Hak, Embaixador Extraordinário e Plenipotenciário da República Popular Democrática da Coreia no Brasil, na abertura do evento em comemoração aos 70 anos da vitória do povo coreano sobre os Estados Unidos na Guerra de Libertação da Pátria de 1950-1953 promovido pelo Centro de Estudos da Política Songun do Brasil no dia 21 de julho de 2023 na cidade do Rio de Janeiro.

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Mensagem do Dr. Dermot Hudson ao seminário em razão dos 70 anos da vitória do povo coreano na Guerra de Libertação da Pátria

No dia 16 de julho de 2023, o Dr. Dermot Hudson, Presidente do Grupo Britânico para o Estudo da Ideia Juche, da Associação para o Estudo da Política Songun Reino Unido e da Associação de Amizade com a Coreia do Reino Unido, enviou uma mensagem de intervenção ao seminário realizado pelo Centro de Estudos da Política Songun do Brasil no dia 21 de julho.

A mensagem completa pode ser lida a seguir:

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CEPS-BR realiza gigantesca reunião para marcar os 70 anos da vitória do povo coreano

No dia 21 de julho de 2023, o Centro de Estudos da Política Songun do Brasil organizou com sucesso uma reunião para marcar os 70 anos da vitória do povo coreano sobre os Estados Unidos na Guerra de Libertação da Pátria de 1950-1953.

O evento ocorreu na sede do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio de Janeiro (CREA-RJ), que cedeu o espaço. Mais de 150 pessoas lotaram o auditório do 4º andar da organização. O objetivo do encontro foi resgatar os precedentes históricos e o desenrolar da chamada Guerra da Coreia (Guerra de Libertação da Pátria, na terminologia coreana), chegando ao armistício assinado em 27 de julho de 1953, 70 anos atrás, e as consequências históricas da primeira guerra eclodida após a Segunda Guerra Mundial.

Para isso, participaram da mesa do evento as seguintes pesssoas:

  • Kim Chol Hak, embaixador extraordinário e plenipotenciário da República Popular Democrática da Coreia no Brasil;
  • Kim Jong Chol, secretário da Embaixada da República Popular Democrática da Coreia no Brasil;
  • Emanuel Tejerina, presidente da Associação de Amizade com a Coreia do Brasil (KFA-Brasil);
  • Lucas Rubio, presidente do Centro de Estudos da Política Songun do Brasil (CEPS-BR).
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CEPS-BR realizará seminário sobre os 70 anos da Guerra da Coreia com o Embaixador da RPDC no Brasil

Em julho de 1953, o povo coreano impôs uma amarga derrota ao imperialismo dos Estados Unidos: obrigou a superpotência nuclear a assinar um armistício que encerrou a fase de combates da Guerra da Coreia, conhecida também com Guerra de Libertação da Pátria, iniciada em 1950. Cercada de mitos e praticamente desconhecida pelo público brasileiro, a Guerra da Coreia ficou marcada pela brutalidade dos EUA e seus aliados em massacrar quase 3 milhões de coreanos.

Para debater os 70 anos da assinatura do armistício da Guerra da Coreia, o Centro de Estudos da Política Songun do Brasil realizará um seminário especial sobre o tema. Estará presente o Sr. Kim Chol Hak, Embaixador Extraordinário e Plenipotenciário da República Popular Democrática da Coreia no Brasil, bem como representantes de várias organizações de estudo e amizade com a Coreia.

O evento especial acontecerá no dia 21 de julho de 2023, às 18h, no auditório do CREA-RJ, localizado Rua Buenos Aires, N°40, Centro da cidade do Rio de Janeiro.

Esperamos vocês lá!


CEPS-BR