Esse é o 4º teste em duas semanas, sinal de uma alarmante advertência do governo popular coreano contra as manobras de exercícios militares que estão ocorrendo nesse momento entre Estados Unidos e Coreia do Sul. No teste de míssil dessa terça (6), Kim Jong Un levou consigo funcionários do Comitê Central e membros do alto governo para presenciarem o lançamento.
Informe da Agência Central de Notícias da Coreia – KCNA
Kim Jong Un, Presidente do Partido do Trabalho da Coreia e da Comissão de Assuntos Estatais da República Popular Democrática da Coreia e Comandante Supremo das Forças Armadas da RPDC, presenciou no dia 6 de agosto, pela madrugada, o lançamento de demonstração do poder da arma teledirigida tática de novo tipo.
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Após escutar no posto de vigilância junto com os quadros acompanhantes o informe sobre o plano de lançamento, o Máximo Dirigente do Partido, do Estado e das Forças Armadas presenciou o disparo.
Dois projéteis foram lançados do aeródromo operacional do oeste e sobrevoaram a capital Pyongyang e também as zonas interiores centrais do país e golpearam com precisão uma ilhota do Mar do Leste da Coreia escolhida como alvo.
Nesta ocasião foram verificadas sem dúvida alguma a confiabilidade, a segurança e a combatividade real do sistema de nova arma teleguiada tática.
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Apreciando altamente que o disparo de demonstração teve resultado exitoso, o Máximo Dirigente apontou que a ação militar de hoje será uma oportunidade para remeter uma advertência adequada aos exercícios militares conjuntos que os EUA iniciaram com as autoridades sul-coreanas.
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Se reuniu com os quadros diretivos e cientistas do setor de ciências de defesa nacional e com os trabalhadores da indústria bélica, que realizaram com êxito o lançamento, e tirou uma foto de recordação com eles.
Acompanharam-lhe nesta ocasião os vice presidentes do Comitê Central do PTC, Pak Pong Ju, Ri Man Gon, Pak Kwang Ho, Ri Su Yong, Kim Phyong Hae, O Su Yong, An Jong Su, Pak Thae Dok e Pak Thae Song, os primeiros sub-chefes de departamento do CC do PTC, Jo Yong Won e Ri Pyong Chol, e os sub-chefes de departamento do CC do PTC.
Estiveram presentes o General do Exército das Forças Terrestres Ri Yong Gil, Chefe do Estado Maior General do Exército Popular da Coreia, e o General do Exército das Forças Terrestres Pak Jong Chon, diretor de Artilharia do EPC.
_________ Com informações de KCNA Centro de Estudos da Política Songun – Brasil
Kim Jong Un, Presidente do Partido do Trabalho da Coreia e da Comissão de Assuntos Estatais da República Popular Democrática da Coreia e Comandante Supremo das Forças Armadas da RPDC, voltou a dirigir na madrugada do dia 2 de agosto um disparo de ensaio de lançador múltiplo de foguetes reativo autopropulsado teledirigido de grosso calibre, novamente desenvolvido.
O ensaio foi realizado com o propósito de revisar o voo em altura restringível, a capacidade de controle de órbita e o acerto do novo armamento.
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Participaram Ri Pyong Chol, Yu Jin, Kim Jong Sik e outros quadros do Comitê Central do PTC, e Jang Chang Ha, Jon Il Ho e outros quadros diretivos do ramo de ciências de defesa nacional.
O Máximo Dirigente foi à posição de fogo onde mediu o tempo de desdobramento de combate do caminhão de artilharia e tomou conhecimento detalhado do modo de operação do sistema do artefato.
No observatório dirigiu o disparo de ensaio segundo o qual foram confirmadas com satisfação a função de voo horizontal em altura restringível, a capacidade de mudança de órbita, o acerto e o poder explosivo da ogiva.
O Máximo Dirigente expressou grande satisfação sobre os resultados do disparo de ensaio dizendo que nasceu uma nova arma de tipo Juche muito desejada pelo Partido do Trabalho da Coreia e avaliou altamente os esforços dos quadros diretivos, cientistas, técnicos e trabalhadores do ramo de ciências de defesa nacional.
_______________ Com informações de KCNA Centro de Estudos da Política Songun – Brasil
O Máximo Dirigente da Coreia Popular testou uma nova arma em resposta às provocações da Coreia do Sul que insiste em exercícios militares com os EUA. A seguinte nota foi divulgada pela Agência Central de Notícias da Coreia e o CEPS-BR a reproduz a seguir:
Kim Jong Un, Presidente do Partido do Trabalho da Coreia e da Comissão de Assuntos Estatais da República Popular Democrática da Coreia e Comandante Supremo das Forças Armadas da RPDC, organizou e dirigiu no dia 25 de julho de 2019 o lançamento de demonstração do poder da arma teledirigida tática de novo tipo.
O Máximo Dirigente do Partido, do Estado e das forças armadas supervisou pessoalmente o lançamento como parte da demonstração de força para enviar uma advertência severa às forças belicistas do círculo militar sul-coreano que, apesar da repetida advertência, introduzem as armas de ataque de ponta em solo sul-coreano e tentam organizar os exercícios militares.
Ele saiu à posição de fogo com os quadros diretivos do ramo de ciências de defesa nacional e averiguou em detalhes o modo operacional do sistema de nova arma, que vai ser implantada para as operações, observando os processos preparatórios de disparo. Seguidamente, subiu ao posto de observação e dirigiu o disparo de demostração.
Nesta ocasião foram verificados novamente e de maneira satisfatória os índices da capacidade combativa do sistema do novo armamento tático.
Ademais, como foi proposto, este disparo desata bastante inquietude e angústia entre algumas forças a que foi dirigido.
Kim Jong Un observou com muita atenção todo o curso de lançamento e disse que hoje puderam conhecer melhor a superioridade e a perfeição do sistema da arma.
Sobretudo, mostrou satisfação de que tenha podido confirmar pessoalmente e assegurar-se da capacidade de reação rápida com fogo deste sistema e as especificações da órbita de voo à baixa altura e do tipo saltante do projétil teleguiado tático, que não seria fácil de interceptar, e seu poder combativo.
“O desenvolvimento e a posse de tal sistema sofisticado tem a importância de grande acontecimento para o desenvolvimento de nossas forças armadas e a preservação da segurança militar do Estado”, ressaltou.
Ao explicar ao quadros acompanhantes e aos diretivos de ciências de defesa nacional a situação molestosa da parte Sul da Península Coreana, precisou que os equipamentos bélicos de último modelo, que introduzem agora os belicistas do círculo militar sul coreano apostando sua vida, são inocultáveis armas de ataque e não se pode justificar nem encobrir seu objetivo.
“Para preservar a segurança de nosso Estado, são a maior prioridade grande e atividade imprescindível os testes para o desenvolvimento contínuo e desdobramento de combate dos poderosos meios físicos capazes de reduzir à sucatas já no tempo inicial, se nos pareça necessário, essas armas que constituem ameaça iniludível para a segurança nacional”, enfatizou.
“Sob os olhares do mundo, as autoridades sul-coreanas manuseiam os documentos como declaração conjunta ou acordo orquestrando o ‘aperto de mãos da paz’, porém por trás das cortinhas tomam a conduta de padrão duplo fazendo coisas suspeitas como introduzir armas de ataque ultramodernas e empreender os exercícios militares conjuntos”, disse.
“Sendo assim, estamos obrigados a desenvolver constantemente os sistemas de armas superpotentes para eliminar as ameaças potenciais e diretas sobre a segurança de nosso Estado que existem no Sul da Coreia”, ressaltou.
Ao ensinar aos quadros diretivos dos setores da indústria bélica e de ciências de defesa nacional o rumo de investigação dos importantes sistemas de armas estratégicas e táticas que se deve desenvolver um após o outro, planejou os meios para consolidar ainda mais as forças de autodefesa nacional.
“Junto com a notícia do fogo de demonstração de poder de hoje, envio ao Sul (da Coreia) a mensagem de conselho de que o governante sul-coreano retome prontamente a postura correta como em abril e setembro do ano passado, ao parar as ações suicidas como a introdução de armas sofisticadas e os exercícios militares dando-se conta a tempo do perigo para as perspectivas de desenvolvimento da situação”, apontou.
“Embora lhe caia muito mal, o governante sul-coreano não deverá cometer o erro de ignorar a advertência remitida hoje de Pyongyang.”
Presenciaram o disparo Jo Yong Won, Ri Pyong Chol, Hong Yong Chil, Yu Jin, Kim Jong Sik, Ri Yong Sik e outros quadros do CC do PTC.
__________________________ Com informações de KCNA Centro de Estudos da Política Songun – Brasil
Kim Jong Un, Presidente do Partido do Trabalho da Coreia e da Comissão de Assuntos Estatais da República Popular Democrática da Coreia e Comandante Supremo das Forças Armadas da RPDC, inspecionou um submarino recém-construído no dia 23 de julho de 2019.
O submarino, feito sob a direção minuciosa e atenção especial do Máximo Dirigente, cumprirá sua missão na zona operacional do Mar Leste e se encontra a ponto de entrar em operação.
Durante a revista, o Comandante Supremo averiguou as especificações táticas e operacionais e os armamentos de combate instalados.
Mostrou-se muito contente de que o submarino tenha sido desenhado e construído para cumprir perfeitamente a tentativa estratégico militar do Partido ainda que em circunstâncias distintas.
“Como nosso país é banhado pelo mar pelo Leste e Oeste, a capacidade operacional do submarino é um importante componente das forças de defesa nacional”, ressaltou o Marechal, instruindo para incrementá-las ao prestar muita atenção ao desenvolvimento de submarino e outros equipamentos armados das forças navais.
Explicando a ideia estratégica do Partido sobre o uso de submarino e sua operação subaquática, ensinou a tarefa imediata e as outras estratégicas que são necessárias para a implementação desta ideia no setor de ciência da defesa nacional e na indústria de construção de submarinos.
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“Este êxito brilhante da construção do poderoso submarino ao estilo coreano é resultado do nobre patriotismo e fidelidade dos funcionários, cientistas, técnicos e trabalhadores do ramo da ciência da defesa nacional e da fábrica de industria bélica que vem lutando intensamente para aumentar as forças de defesa nacional, em acato à política do partido de dar prioridade às ciências e tecnologias de defesa nacional”, destacou.
“Igualmente, constitui outra demonstração contundente do potencial da indústria bélica de nosso país que vai logrando um desenvolvimento vertiginoso”, apontou em tom orgulhoso.
Acompanharam-o nesta ocasião Jo Yong Won, Hong Yong Chil, Yu Jin, Kim Jong Sik, Ri Jong Sik, Choe Myong Chol, Jang Chang Ha e outros quadros diretivos do Comitê Central do PTC e do setor de ciências de defesa nacional.
_____________________ Com informações de KCNA Centro de Estudos da Política Songun – Brasil
O dia 21 de julho de 2019 foi dia de eleições na República Popular Democrática da Coreia. Na data, se elegeram deputados para os comitês populares de províncias, cidades ou condados, ou seja, foram eleições locais. Há alguns meses foram realizadas as eleições nacionais para a Assembleia Popular Suprema.
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Na RPDC, as eleições são motivo de grande orgulho nacional e são celebradas de 5 em 5 anos com grande preparação antecipada. As zonas eleitorais (escolas, pátios de fábricas, ginásios, teatros) são decoradas com bandeiras nacionais, pôsteres e flores e as urnas são alocadas. Do lado de fora, são dispostas as listas com os candidatos e as fotografias.
Embora o exercício de votar não seja obrigatório, o comparecimento é sempre muito alto e os jornais e canais de TV realizam intensas campanhas para que os trabalhadores participem do que eles chamam de “fortalecimento do Poder Popular”. O governo também produz cartazes de incentivo.
As eleições desse domingo (21) foram para escolher os deputados às assembleias populares das províncias (ou cidades diretamente subordinadas ao centro), das cidades (ou municípios) e dos distritos.
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O Marechal Kim Jong Un, líder da Coreia Popular, também participou das eleições logo cedo. Depois de votar, ele se encontrou com os candidatos que votou a favor (na RPDC, as eleições funcionam com você aprovando ou reprovando os nomes dos candidatos que se apresentaram para o cargo) e conversou com eles, estimulando o trabalho político local deles.
Imagens históricas: os Líderes Kim Il Sung e Kim Jong Il votando nas eleições locais.
Quer saber mais sobre as eleições na RPDC? O portal de notícias “A Voz do Povo de 1945” publicou vários materiais e fotografias bem interessantes sobre o processo:
(Rio de Janeiro, 13 de julho de 2019) O Centro de Estudos da Política Songun do Brasil promoveu no dia 11 de julho de 2019 o seminário chamado «Guerra da Coreia: revisitando a “guerra esquecida”». O evento ocorreu na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) por conta do 66º aniversário de assinatura do armistício da Guerra da Coreia.
Aproximadamente 200 pessoas compareceram ao seminário. Na plateia, diversas organizações estavam presentes, como a Liga Latino-Americana dos Irredentos, a Associação Cultural José Martí do Rio de Janeiro, a Frente Nacional Trabalhista (FNT), o Centro de Estudos Asiáticos da Universidade Federal Fluminense (UFF) e a Unidade Popular Pelo Socialismo (UP). A Edições Nova Cultura também esteve presente, vendendo várias publicações de cunho teórico e historiográfico sobre diversos processos revolucionários pelo mundo.
O evento contou com a cobertura especial da TV Comunitária do Rio de Janeiro (TVC), canal 6 da Net, da Revista Intertelas e da Tribuna da Imprensa Sindical. A Revista Intertelas também foi a responsável pela tradução do discurso do Dr. Dermot Hudson do Reino Unido, convidado principal do evento.
No primeiro momento, os membros da mesa entraram no auditório e foram recebidos com palmas pela plateia. Lucas Rubio, Presidente do CEPS-BR, saudou os presentes e apresentou os membros da mesa do seminário.
Compuseram a mesa:
– Alexandre Rosendo, do Centro de Estudos da Ideia Juche – Brasil e representante do NovaCultura.INFO;
– Lucas Rubio, Presidente do Centro de Estudos da Política Songun do Brasil e Porta-Voz do Movimento Juvenil por uma América Latina Independente;
– Dermot Hudson, Presidente do Grupo de Estudos da Ideia Juche da Inglaterra, Presidente da Associação para o Estudo da Política Songun do Reino Unido, Presidente da Associação de Amizade com a Coreia – KFA – do Reino Unido, Presidente do Comitê Britânico de Solidariedade pela Paz e Reunificação na Península Coreana e Secretário Geral Honorário do Comitê Internacional para o Estudo da Política Songun;
– Raphael Puig, tradutor e intérprete.
Tiveram início as intervenções.
Alexandre Rosendo, do CEIJ-BR, foi o primeiro a falar. Em sua fala, introduziu aos presentes o contexto histórico da Coreia no início do século passado e explicou sobre a luta do povo coreano, liderado pelo Grande Líder General Kim Il Sung, contra a colonização japonesa, chegando ao momento da ocupação americana no sul da Península Coreana e a fundação da República Popular Democrática da Coreia em setembro de 1948. Ele também falou sobre o livro «História da Revolução Coreana», publicada pela Edições Nova Cultura e que teve um dos capítulos escrito pelo CEPS-BR. O livro foi lançado e apresentado ao público pela primeira vez durante o seminário.
Depois, falou o Dr. Dermot Hudson, Doutor em Sócio-Política pela República Popular Democrática da Coreia, Presidente do KFA Reino Unido e especialista no assunto há 30 anos. Traduzido simultaneamente por Raphael Puig, o Dr. Dermot falou sobre o contexto pré-Guerra da Coreia, explicando porque o conflito é chamado de Guerra de Libertação da Pátria na RPDC. Deu importantes detalhes históricos e números sobre as movimentações militares dos EUA e das marionetes sul-coreanas e derrubou mitos como o de que foi a Coreia do Norte a iniciar a Guerra da Coreia e o de que os EUA venceram a guerra.
O Dr. Dermot expôs a grande, heroica e resistente luta do povo coreano, que atuou em conjunto sob a liderança do Grande General Kim Il Sung, do Exército Popular da Coreia e do Partido do Trabalho da Coreia. Somente o trabalho do povo unido foi capaz de barrar a potência militar mais hostil do mundo.
Ele também relembrou o dia 27 de julho de 1953, o dia em que os Estados Unidos se ajoelharam e assinaram o armistício da Guerra, admitindo que não conseguiam vencer a RPDC. O Dr. Dermot Hudson pontuou que a Guerra de Libertação da Pátria na Coreia foi a primeira derrota na história dos EUA, antes mesmo do Vietnã.
A fala do Dr. Dermot Hudson foi atenciosamente acompanhada pelo público, que teve a chance de ter uma verdadeira aula sobre um tema muito pouco debatido no Brasil e que possui pouca ou nenhuma bibliografia específica sobre. Durante sua fala, as pessoas da plateia anotaram perguntas que serão respondidas em breve pelo Doutor. Você pode ler sua fala completa nesse documento.
Quando terminou de falar, o Dr. Dermot Hudson foi calorosamente aplaudido pelo público. Ele expressou seu profundo agradecimento pelo convite do CEPS-BR para o seminário e elogiou o grande comparecimento e a organização do evento, dizendo também que o Reino Unido precisa aprender com os camaradas do Brasil.
Encerrando o evento, Lucas Rubio entregou para o Dr. Dermot Hudson uma placa comemorativa em agradecimento às décadas de trabalho inspirador dedicado à defesa da causa revolucionária da Coreia e pelo apoio que deu há anos atrás para a fundação do Centro de Estudos da Política Songun do Brasil.
A plateia aplaudiu e o evento foi encerrado.
Os membros da mesa foram fotografados e entrevistados após o término do seminário.
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O Centro de Estudos da Política Songun do Brasil realizou com sucesso mais um evento, escrevendo uma nova página na divulgação séria e comprometida da História da República Popular Democrática da Coreia no Brasil, exaltando o caráter de resistência ao imperialismo americano desse país e a causa do socialismo.
Agradecemos a todos que compareceram ao evento e a todos que tornaram possível a realização do mesmo, ajudando na divulgação, realização e cobertura.
Confira o seminário completo:
______________________________ Centro de Estudos da Política Songun – Brasil
O Centro de Estudos da Ideia Juche – Brasil, em conjunto com o Centro de Estudos Política Songun – Brasil, escreveu um novo livro chamado “História da Revolução Coreana” com o objetivo de ampliar as pesquisas em língua portuguesa sobre o processo revolucionário da Coreia e expandir o entendimento dessa experiência socialista.
O livro será lançado na ocasião do seminário «Guerra da Coreia: revisitando a “guerra esquecida”», que será promovido pelo CEPS-BR na próxima quinta-feira, dia 11 de julho, às 18h no Auditório 91 da UERJ Maracanã, na cidade do Rio de Janeiro.
O aguardado evento contará com a participação ilustre de Dermot Hudson do KFA Reino Unido, de Alexandre Rosendo do CEIJ-BR e de Lucas Rubio do CEPS-BR.
O livro será apresentado ao público pela primeira vez em um momento de importantes discussões sobre a República Popular Democrática da Coreia durante o seminário.
A publicação estará custando R$35,00 no evento.
A obra também pode ser comprada pela internet através do site da Edições Nova Cultura, CLICANDO AQUI.
Para mais detalhes do evento de lançamento, confira a página do Facebook CLICANDO AQUI.
Trabalho organizado pelo NOVACULTURA.info com a fundamental colaboração do Centro de Estudos da Ideia Juche e o Centro de Estudos da Política Songun com a história da luta do povo coreano por sua libertação nacional e pelo socialismo. O livro conta diversos aspectos da trajetória revolucionária do povo da Coreia, desde a sua formação, passando pela resistência contra o imperialismo japonês e estadunidense, a formação da República Popular Democrática da Coreia e a construção do socialismo, a sistematização da ideia Juche e a Política Songun, com destaque para o papel de Kim Il Sung e Kim Jong Il, até chegar os dias de hoje, com Kim Jong Un.
154 páginas
__________________________ Centro de Estudos da Política Songun – Brasil
O Centro de Estudos da Política Songun – Brasil receberá o respeitado Dr. Dermot Hudson, professor de História pela Universidade de Winchester, Doutor em Ciências Políticas pela Universidade Kim Il Sung da República Popular Democrática da Coreia e Presidente da Associação de Amizade com a Coreia do Reino Unido para falar sobre os 66 anos da assinatura do armistício da Guerra da Coreia.
O conflito, praticamente esquecido e pouco estudado, segue em aberto mesmo mais de 70 anos depois de seu início e suas consequências foram as mais diversas, resultando não só na permanência da divisão da Coreia como também em uma situação de tensão permanente na Península. Em 1953, a Coreia do Norte se tornou o primeiro país a conseguir o êxito de fazer os Estados Unidos não conseguirem concluir uma guerra e acabou se tornando o alvo de diversos cercos e bloqueios por parte dos americanos.
Para falar sobre esse complexo tema, que vai desde a libertação da Coreia em 1945 até o desenvolvimento do polêmico programa nuclear da Coreia do Norte hoje em dia, o CEPS-BR apresentará um seminário com uma das mais importantes e conhecidas autoridades internacionais no assunto.
Dermot Hudson recebeu o título de Doutor na Coreia do Norte e é o chefe de várias organizações na Inglaterra de apoio e estudo estratégico sobre a República Popular Democrática da Coreia, tendo visitado o país em inúmeras oportunidades desde os anos 1980. Além disso, foi condecorado pelo governo da Coreia do Norte algumas vezes.
Dermot Hudson é o chefe de vários grupos de estudo sobre a Coreia no Reino Unido e já foi condecorado pelo governo norte-coreano várias vezes. (Créditos: KCNA)
O seminário «Guerra da Coreia – revisitando a “guerra esquecida”» acontecerá no dia 11 de julho de 2019 no Auditório 91, 9º andar da UERJ Maracanã, às 18h.
Além disso, durante o seminário ocorrerá o lançamento do livro «A História da Revolução Coreana», da Edições Nova Cultura, que foi escrito pelo Centro de Estudos da Ideia Juche – Brasil e pelo Centro de Estudos da Política Songun – Brasil.
O evento será apresentado por Lucas Rubio, Presidente do Centro de Estudos da Política Songun do Brasil e contará também com a presença de Alexandre Rosendo, do Centro de Estudos da Ideia Juche do Brasil. O seminário é realizado em conjunto com a Revista Intertelas e com a Tribuna da Imprensa Sindical.
Hoje, dia 30 de junho de 2019, entrou para a História como mais uma marcante página das relações Coreia do Norte – Estados Unidos.
Kim Jong Un, Presidente do Comitê de Estado da República Popular Democrática da Coreia, Presidente do Partido do Trabalho da Coreia e Comandante Supremo das Forças Armadas da República Popular Democrática da Coreia encontrou-se com Donald Trump, Presidente dos Estados Unidos da América, em Phanmunjom, na fronteira que demarca a divisão entre o Norte e o Sul da Coreia.
O encontro foi relâmpago e deixou o mundo surpreso. 66 anos depois da assinatura do Armistício da Guerra da Coreia, os supremos líderes dos dois países deram um histórico aperto de mãos sobre a linha divisória.
Nesse momento, Kim Jong Un convidou Trump a atravessar a linha de demarcação militar para o norte, o que foi aceito pelo signatário americano. Donald Trump se tornou hoje o primeiro presidente americano em exercício a pisar em território norte-coreano.
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Depois, os dois líderes foram para a parte Sul da Coreia e se encontraram com o presidente daquele país, Moon Jae In. Logo depois de conversarem por alguns instantes, ocorreu uma conversa de portas fechadas entre EUA e Coreia.
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Ambas as partes discutiram soluções para aliviar a tensão na Península Coreana, acabar com a relação desagradável entre os dois países e alcançar uma mudança dramática nesses vínculos. Kim Jong Un e Trump explicaram os seus pontos de preocupação a respeito e os assuntos de interesse mútuo, manifestando entendimento total e simpatia entre eles.
Acordaram em ter, no futuro, relações mais estreitas e promover diálogos produtivos para abrir uma nova brecha na desnuclearização da Península Coreana.
O Máximo Dirigente Kim Jong Un disse que o encontro histórico de hoje foi possível graças às excelentes relações de amizade com o Presidente Trump e falou também que esses vínculos terão bons resultados jamais previstos por alguém e funcionarão como uma força misteriosa capaz de superar todas as dificuldades e obstáculos.
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Nas conversas estiveram presentes pela parte coreana Ri Yong Ho, membro do Bureau Político do Comitê Central do Partido do Trabalho da Coreia e membro do Comitê de Estado da RPDC e Ministro das Relações Exteriores da RPDC e da parte estadunidense compareceu Mike Pompeo, secretário de Estado dos EUA.
Depois do encontro, Trump, Moon Jae In e Kim Jong Un se despediram na fronteira e o líder norte-coreano retornou para sua Pátria.
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(Informe da KCNA – com adaptações)
________________________ Lucas Rubio Presidente do Centro de Estudos da Política Songun – Brasil
No dia 3 de junho, no Estádio Primeiro de Maio, foi inaugurada a apresentação artística e ginástica de massa chamada “País do Povo”.
Kim Jong Un, Presidente do Partido do Trabalho da Coreia e do Comitê de Estado da RPDC e Comandante Supremo das Forças Armadas da RPDC assistiu ao evento junto de sua esposa Ri Sol Ju.
O Máximo Dirigente foi longamente ovacionado pela plateia presente no estádio. Ele respondeu com acenos.
Também estavam presentes Ri Man Gon, Pak Kwang Ho, Ri Su Yong, Kim Phyong Hae, Choe Hwi, An Jong Su, Pak Thae Song, Kim Yong Chol, Jo Yong Won, Kim Yo Jong, Ri Yong Sik, Hyon Song Wol, Kwon Hyok Bong, Jang Ryong Sik, Pak Chun Nam e outros quadros do Partido e Governo e os cidadãos.
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Entre os espectadores, se destacavam os compatriotas e os estrangeiros que vivem na Coreia.
O discurso de inauguração foi proclamado pelo Ministro da Cultura Pak Chun Nam.
A apresentação dos jogos de massa “País do Povo”, sob o céu noturno de Pyongyang, foi realizada com seus milhares de artistas demonstrando ritmos elegantes e belos, com danças ginásticas, descrições artísticas com fortes matizes nacionais e grande sincronia humana.
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Terminada a apresentação, todos os artistas e a plateia voltaram a dar efusivas saudações a Kim Jong Un, que respondeu e expressou seu agradecimento aos esforços dos participantes.
Depois do fim da apresentação, Kim Jong Un chamou os criadores da apresentação e criticou severamente seus modos de criação e trabalho errôneos e irresponsáveis, assinalando o conteúdo e a forma da obra.
Sublinhou que é muito importante a missão dos criadores e artistas do setor da literatura e arte na construção de cultura socialista e apresentou as tarefas importantes para executar corretamente a política do Partido em matéria de arte revolucionária.
Vídeo da TV Central da Coreia sobre a apresentação: